terça-feira, 2 de junho de 2009
Não sonho mais.
Hoje eu sonhei contigo, tanta desdita, amor nem te digo
Tanto castigo que eu tava aflita de te contar
Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha
E baba na fronha, e se urina toda e quer sufocar
Sonhei que você estava linda, até ai nada demais, mas o que me assustou é que você estava por inteira, sem suas peculiares introspecções. Pela primeira vez na vida você aprendeu a dividir e se dividir, e o mais engraçado é que seu rosto demonstrava uma felicidade que nunca tinha visto antes.
Olhava e via uma outra mulher, talvez a que eu tenha desejado por muito tempo e ao mesmo tempo eu também não era a mesma pessoa, não necessitava mais rogar sua atenção, não precisava mais me superar em nada pra tudo parecer incrivel, e as coisas se tornaram mais simples. Eramos dois individualmente únicos.
Foi estranho, pois esse sonho poderia ter sido real.
Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha
E baba na fronha e se urina toda e já não tem paz
Pois eu sonhei contigo e caí da cama
Ai, amor, não briga, ai, não me castiga
Ai, diz que me ama e eu não sonho mais
Letra incidental
''Não sonho mais''
(Chico Buarque)
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