Ela não se encaixaria no protótipo de princesa, a não ser pela beleza que lhe é peculiar.
Ela não ficou parada no tempo esperando seu principe encantado aparecer, se divertiu com os sapos e quem sabe com alguns cavaleiros. Sabia ser dificil diferenciá-los.
Dos poderes que as princesas imaginavam ter, ela gostava da capa da invisibilidade. O grande problema é muitas vezes ela usava no meio das multidões e acabava sendo pisada por alguem que não conseguia enxergar ou mesmo entender que ali havia uma Princesa escondida no seu mundo interior. É complicado por demais enxergar a invisibilidade.
Seu destino neste mundo era básico: Salpicar o mundo de beleza. E conseguiu, mesmo que as formulas ultilizadas parecessem por demais heterodoxas, mas quem disse que ela era comum?
Nunca foi, e penso que em algum momento ela se doía por isso, mas logo se ajeitava entre seus pensamentos e resurgia numa outra mulher.
Ela buscava sempre se reinventar. Princesas modernas não podem ficar paradas no tempo e muito menos presas numa torre. Ela aprendeu a se comunicar de várias maneiras, a principal foi a escrita, mas abro uma parentese de que sua melhor comunicação era o sorriso, derrubava todas as palvavras escritas.
De todas as formas de estar num conto de fadas, ela buscou a melhor de todas, que foi inventar sua própria história.
Se ela foi feliz? eu não sei, mas que ela deixou muitas pessoas felizes, eu tenho certeza.
E no fundo, as princesas (antigas ou modernas) tem sempre o mesmo papel no mundo:
Salpicar o mundo de beleza.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
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3 comentários:
Adorei o texto. Achei lindo, lindo.
Sou eu!
papo braabo esse
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